Tratamento da esquizofrenia abre atividades do XXX CBP

 

Na manhã desta quarta-feira (10/10), cerca de 700 pessoas participaram da atividade “Como eu trato esquizofrenia”, comandada pelo Dr. Hélio Elkis, professor associado livre docente do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, vice-chefe do Departamento de Psiquiatria da USP, coordenador do Programa de Esquizofrenia (PROJESQ) e presidente do Centro de Apoio a Pesquisa do Instituto de Psiquiatria da FMUSP.

O professor começou a atividade dando exemplos de casos clássicos de evolução de episódios psicóticos. Ele ressaltou que o fato de a esquizofrenia ser uma doença crônica não quer dizer que não haja respostas para ela. “É preciso tratamento medicamentoso. Não podemos ter visão pessimista, que esquizofrenia vai levar à demência precoce. A clínica não mostra isso”, afirmou.

Segundo o professor, cerca de 60% dos pacientes respondem bem ao tratamento  medicamentoso e é possível tratá-lo, evitar que ele tenha recaídas e recuperá-lo. Para o Dr. Elkis, apesar das dificuldades, fazer um bom diagnóstico de esquizofrenia é fundamental.

Leia a matéria completa no CBP Express desta quinta-feira.

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