Osmar Terra defende maior controle das fronteiras brasileiras pra combater o tráfico de drogas

O Deputado Federal Osmar Terra participou, nesta sexta-feira (4), de atividade especial que discutiu a psiquiatria e o usuário de crack sob o ponto de vista das políticas públicas. Segundo o deputado, no Rio Grande do Sul, em 1997, não havia nenhum caso policial ou médico registrado de crack no Estado. Hoje, de acordo com Terra, metade dos homicídios no Rio Grande do Sul tem relação direta ou indireta com a droga. “Ou é o cara que comete latrocínio para comprar crack ou o sujeito que é morto pelo tráfico, porque não paga a dívida”, afirmou.
Na avaliação de Osmar Terra, os Caps (Centros de Assistência Psicossocial) não resolvem os problemas gerados pelo uso de droga. O deputado também afirmou que a Lei Antidrogas brasileira é de 2006 e que, de lá pra cá, no mínimo, triplicou o número de usuários de crack. Segundo o deputado, o governo federal não sabe o que fazer. “O governo federal está paralisado pelas contradições ideológicas e filosóficas que tem com essa questão”.
A solução do problema, para Osmar Terra, começa com uma articulação nacional em torno do combate ao uso de drogas. “Temos que ter políticas muito mais abrangentes. Nós temos 17 mil quilômetros de fronteira e 900 homens para vigiá-la. Os Estados Unidos tem fronteira de 3 mil quilômetros com o México e 30 mil homens para vigiá-la”,afirmou.

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